A engenharia brasileira deve respeito a quem a constrói. Há quase dez anos, trabalho, ensino e documento o ofício para que esse respeito apareça nos crachás, nos contratos e nos contracheques.
Comecei no chão de fábrica antes da faculdade — operário de produção, depois desenhista, depois projetista, depois engenheiro de máquinas especiais. Hoje atendo indústrias como engenheiro responsável e formo profissionais técnicos por meio das aulas, dos livros e dos vídeos.






